E é assim que será a partir de agora.
sábado, 7 de novembro de 2009
Juramento
Eu descobri que desta vida não existe vilões, existem sim aqueles que interesses que não correspondem aos seus (ou que muitas vezes, são os mesmos). E que não necessariamente que essas pessoas não sejam confiáveis, mas que elas não podem permanecer interrompendo seu caminho.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Deadvaluesland
Estou aqui rapaz
Cantando o meu desencanto
De um terra encantada
Valor não há em algum canto
Meus pêsames à está terra
Em tantos versos, cantada
Pobres habitantes dessa terra
Onde o sentimento não habita mais
Nem a terra nem seus corações
E enquanto saem por ai atrás
De um lugar pra habitar
Existem tantas vagas
Dentro de si mesmos
Our Credo
Será que agora é errado
Eu pedir uma fagulha
Da sua atenção?
Minha garganta está rasgando
enquanto sussurro em seus ouvidos!
Minha voz está se perdendo
E as palavras estou esquecendo
Todos aqueles versos que escrevi e decorei
Na sua memória estão se perdendo
Será que é demais você acreditar
Que eu só tento viver o verdadeiro?
Que eu não me iludo com o prazer e com o ciúmes
E que eu não vou abandonar a minha crença
Custe o que custar
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Minha caixinha de sentimentos
Um sonho, um beijo, um desejo
Eu desperto, me desfaço e desapego
Do que eu já tive, tenho ou pretendo ter
Pra ter quem sabe o amor
Ao menos então, seu doce sabor
Que entrelaça os outros sabores da minha boca
Eu abandonei sim, promessas e pactos
Sangue e lágrimas derramados no trajeto
Mas nada importa, se o desejo não é fato
Me despeço sem ninguém para abraçar
Eu quero encontrar denovo o meu amor
Seja ao próximo
Ou seja o próprio.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Como se eu não aprendesse
Eu queria poder escrever
Mais de mil sonetos
e distribuí-los pelo mundo
Como se algo fosse acontecer
Como se algo fosse mudar
Eu queria um amor verdadeiro
Para eu poder cantar
E vive-lo, intensamente
Como se nunca fosse morrer
Como se nunca fosse mudar
Mas é algo que não posso
Que me fora proibido
E que se pudesse, cairia de prantos
Como se a tudo eu devesse temer
Como se eu nunca devesse chorar
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Global entendimento
Rimos, choramos, e vivemos
As mesmas coisas
Padronizadas e distribuídas
Mastigadas e regojitadas
Quem dirá a graça de algo, senão o resto do mundo?
Ouça os outros, adapte-se e faça parte disso tudo
Siga, boiada! Não parem ao som do berrante
Os açougueiros mal podem esperar
E depois, sua carne pigando em puro sangue
Só servirá para a outros bois alimentar
Cresça, procrie e morra
A produção não pode parar
Rimos, choramos, e vivemos
As mesmas coisas
Padronizadas e distribuídas
Mastigadas e regojitadas
Quem dirá a graça de algo, senão o resto do mundo?
Ouça os outros, adapte-se e faça parte disso tudo
Siga, boiada! Não parem ao som do berrante
Os açougueiros mal podem esperar
E depois, sua carne pigando em puro sangue
Só servirá para a outros bois alimentar
Cresça, procrie e morra
A produção não pode parar
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