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terça-feira, 8 de setembro de 2009

Venha cá e me dê um abraço

Depositando
confianças
sentimentos
e esperanças
Em amigos
que vão e que passam
e que talvez fiquem
na memória
Mas, conhecer é nada mais que quebrar
expectativas
e esperanças

Não podemos exigir
que os nossos sentimentos sejam iguais
Oh! Expectativas tão banais
Que a própria experiência o prova que o são

O futuro que parece inimaginável
Todos os dias sempre o fora
E por mais que o temesse e infeliz parecesse
Eu o vivo! E tão feliz quanto poderia ser

A maldição é daqueles que se entregam
Pois eles pertencem aos outros
E ninguém pertence a eles
E já que o futuro a gente não sabe
Venha cá, e me dê um abraço.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Versículos de Você I

A cabeça das pessoas é realmente fascinante. Ela sempre nos dá as soluções que nós insistimos em não enxergar. Eu sou assim. Vocês também. A maioria dos nossos defeitos são auto-solucionáveis, e não é necessário pensar muito pra resolvê-los. Mas exige muita da boa vontade da pessoa em querer mudar, o que o ego muitas vezes impede. Ego acomodado, esse nosso.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Pedido

A força de desejo que arrebata a terra,
Que permanece nesse ego que erra,
E com um simples toque tudo se desfaz,
Minha alma devora com teu jeito voraz.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Dê me tempo

Talvez eu só precisasse observar as estações passarem para que meus olhos pudessem repousar suas amarguras.

sábado, 16 de maio de 2009

Sol Sustenido

E eu insisto
Nos velhos erros que já haviam passado;
Então me perco
Pois são meus os erros que tem matado;
E você
Tão sorridente no seu canto, inatingível,
E vem o vento
Tornar aquele velho sonho então plausível;

Eu não sei mais me guiar,
Pelas ruas dessa cidade;
Terei de aprender à andar,
Soltaram minhas mão antes da idade;

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Ninhos de pedra

Os pensamentos estão pairando
E a nossa alma, às águas banhar
Essa noite ela sonhou estar voando
E meus olhos puderam vê-la voar

Hoje os contraste estão se amando
Na mais bela das noites de luar
Os nossos sonhos estão caminhando
Porém são eles que nos fazem pecar

Se seus olhos estão me condenando
Sinto muito, aqui eu não posso ficar
Você realmente estava voando
Mas fui eu que lhe dei asas para voar

Por águas geladas eu estive nadando
Mas nem frio me impede de lembrar
De seus rostos pálidos, se congelando
Na comovente solidão daquele mar

E se por ai sozinho eu estiver caminhando
Observe a sombra que pelo caminho deixar
Aos olhos seus o Sol ela estará ocultando
Mas quando eu sumir, comigo desaparecerá