Sou estúpido
Troco realidade por meros pedaços de ilusão
Sou amargo
Já perdi a confiança nessas coisas que trazem felicidade
Sou egoísta
Olho muito para mim mesmo com um mundo todo afora
Sou insípido
Me preocupo tanto em não ser fútil que eu acabo sendo
Sou intragável
É quase impossível conviver com essas minhas manias
Sou ridículo
Sei que estarei feliz daqui a algum tempo
segunda-feira, 8 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Pedido
A força de desejo que arrebata a terra,
Que permanece nesse ego que erra,
E com um simples toque tudo se desfaz,
Minha alma devora com teu jeito voraz.
Que permanece nesse ego que erra,
E com um simples toque tudo se desfaz,
Minha alma devora com teu jeito voraz.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Dê me tempo
Talvez eu só precisasse observar as estações passarem para que meus olhos pudessem repousar suas amarguras.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Ressonando
O que falta
Não é nada
Mas de nada em nada
Forma um tudo
Um tudo de um pouco
Um pouco de um muito
Um muito feliz, ou até mesmo um muito triste
E quando faltar
Talvez eu nem venha chorar
Mas vocês saberão quando eu olhar
Que sim, sim, vocês irão me faltar!
Não é nada
Mas de nada em nada
Forma um tudo
Um tudo de um pouco
Um pouco de um muito
Um muito feliz, ou até mesmo um muito triste
E quando faltar
Talvez eu nem venha chorar
Mas vocês saberão quando eu olhar
Que sim, sim, vocês irão me faltar!
terça-feira, 19 de maio de 2009
Harmonia
E nós não somos tão vítimas assim,
E toda a nossa vida não é tão trágica,
E sempre você busca um estopim,
Até parece que sua vida seria de mágica.
E toda a nossa vida não é tão trágica,
E sempre você busca um estopim,
Até parece que sua vida seria de mágica.
sábado, 16 de maio de 2009
Sol Sustenido
E eu insisto
Nos velhos erros que já haviam passado;
Então me perco
Pois são meus os erros que tem matado;
E você
Tão sorridente no seu canto, inatingível,
E vem o vento
Tornar aquele velho sonho então plausível;
Eu não sei mais me guiar,
Pelas ruas dessa cidade;
Terei de aprender à andar,
Soltaram minhas mão antes da idade;
Nos velhos erros que já haviam passado;
Então me perco
Pois são meus os erros que tem matado;
E você
Tão sorridente no seu canto, inatingível,
E vem o vento
Tornar aquele velho sonho então plausível;
Eu não sei mais me guiar,
Pelas ruas dessa cidade;
Terei de aprender à andar,
Soltaram minhas mão antes da idade;
terça-feira, 5 de maio de 2009
Absoluto
Ah, putrefam, esses seus velhos ideais,
Seus, se tornaram com o tempo, banais,
E você ainda nem sabe direito o que faz,
Tragada pelas memórias que o destino trás,
Continua com o ar de quem não se satifaz,
Talvez não acredite no que o tempo desfaz,
Meus versos não foram feitos para trazer paz.
Seus, se tornaram com o tempo, banais,
E você ainda nem sabe direito o que faz,
Tragada pelas memórias que o destino trás,
Continua com o ar de quem não se satifaz,
Talvez não acredite no que o tempo desfaz,
Meus versos não foram feitos para trazer paz.
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